JS SÁTÃO

Todos que acreditam em liberdade tão profundamente quanto nós o fazemos, preferiria morrer a viver de joelhos.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

“E esta, hein…”


“E esta, hein…”

Gabinete de Apoio ao Emigrante
Município de Sátão

Existem coisas que só o Município de Sátão faz…
Como todos sabem, e se não sabem ficam informados neste momento existe um “Gabinete de Apoio ao Emigrante”. Como todos sabem o mês de Agosto é o mês por excelência que os emigrantes escolhem para vir para a sua terra.
Aproveitam para resolver os seus assuntos e tratar de tudo o que não podem durante o ano em Portugal.
Agora imaginem quando é que o “Gabinete de Apoio ao Emigrante ” está fechado?
Nem mais nem menos do que de 8 de Agosto a 24 de Agosto.
Agora cada um pensa o que quiser… Mas pensamos que é revoltante, no único mês que este Gabinete tem verdadeira utilidade este tem a porta fechada.
Acreditamos que não seja por má-fé… Talvez pura desorganização… Quem sabe desconhecimento da realidade…Ou talvez sirva apenas para apoiar aqueles que em vez de voltarem ao seu país, têm que partir, de novo como nos anos 60 graças as políticas desastrosas deste governo que os leva a emigrar.
Acreditamos que o Município de Sátão irá evitar que tal aconteça nos anos que se avizinham.

Como diria o Grande Fernando Pessa “E esta, hein…”

O coordenador da JS Sátão

Ricardo Santos

sexta-feira, 27 de julho de 2012

segunda-feira, 23 de julho de 2012

4º Beirão Socialista


Manifesto: Solução Interior



Manifesto: Solução Interior

            Há um crescente número de cidadãos do interior do país que começa a deixar de se sentir parte integrante da República que consta dos seus documentos. O Estado está a votar uma enorme parte de Portugal ao abandono. A coesão territorial (e social, consequentemente) está à beira do colapso.
             Este Governo tem uma solução para os problemas do interior – acabar com o interior. Tal estratégia é bem clara para as populações que sentem, diariamente, o despudor com que lhe são retiradas escolas, centros de saúde, maternidades, correios, finanças, juntas de freguesia, tribunais (há concelhos que não são suficientemente criminosos para merecerem ter um tribunal junto das suas pessoas!!!), etc.. Os caminhos-de-ferro são desativados, as autoestradas portajadas a preços insultuosos, a água paga-se mais cara. Os investimentos feitos ao longo das últimas décadas são agora, de uma vez e irrefletidamente, desaproveitados por via do esvaziamento de pessoas.
            Cada vez é mais evidente que o Estado nos berra aos ouvidos para abandonarmos estas terras, estas terras que durante tantos séculos deram o peito para que Lisboa fosse capital de alguma coisa, que durante tantos outros alimentaram as metrópoles com mantimentos, braços e cérebros que ajudaram Portugal a ser Portugal. Para o Governo esta terra já não interessa, abandonem-na aqueles que puderem. Quem ordena o território nacional é a “mágica” e “infalível” mão invisível!
            E no meio deste vórtice, eis que nos apercebemos de um estrondoso paradoxo. No interior há mais qualidade de vida. Dados recentes mostram que no interior se vive com mais segurança, qualidade ambiental, tempo, espaço, laços comunitários de solidariedade, tudo sem descurar a centralidade que as TIC vieram oferecer a territórios outrora isolados (o mundo é uma aldeia global). É ilógico mas é verdade: o Governo está a esvaziar o território que dá mais qualidade de vida aos portugueses e a empurrá-los para territórios onde se vive com menos qualidade, precisamente por causa da pressão demográfica insustentável que os mesmos têm suportado nas últimas décadas – os gigantescos subúrbios das metrópoles.
            Deste modo, as Federações Distritais da Juventude Socialista envolvidas no projeto Interiormente (www.interiormente.org) repudiam frontalmente esta miopia territorial evidenciada por um executivo que segue apenas os dogmas ultraliberais. Num contexto civilizacional em que a economia de casino nos parece ter levado até à beira do precipício social e ambiental, o interior é bem capaz de não ser um problema do país, mas a sua solução.
Nota: Apenas uma minoria dos portugueses vive no interior. As suas aldeias estão desertificadas, as vilas têm pouca gente e as cidades são de pequena dimensão. No entanto, de norte a sul, ainda há mais de 2 milhões de portugueses que vive em regiões desta natureza. São mais de 2 milhões de vidas, mais de 2 milhões de cabeças e vontades. Separados somos insignificantes minorias, juntos temos o mesmo peso que uma área metropolitana do país. Poderia o Estado desprezar a Grande Lisboa? Poderia desprezar o Grande Porto? Um Portugal oco não sobreviverá.           

. Federação Distrital da JS Guarda
. Federação Distrital da JS Bragança
. Federação Distrital da JS Vila Real
. Federação Distrital da JS Viseu
. Federação Distrital da JS Coimbra
. Federação Distrital da JS Castelo Branco  
. Federação Distrital da JS Leiria
. Federação Distrital da JS Portalegre  
. Federação Distrital da JS Évora
. Federação Distrital da JS Baixo Alentejo 

CAFÉ COM PEDRO NUNO SAN TOS


quarta-feira, 27 de junho de 2012

Atletismo no Concelho do Sátão, em Lages




No dia 18 de Agosto realiza-se em Lages (Mioma, Sátão), uma prova de atletismo de 10 km, organizada pela comissão de festas. A prova está inserida nas festas da aldeia em honra de St.ª Eufémia. E pretende juntar atletas de todas as idades.

O objectivo desta edição é reunir cerca de 40 atletas e fomentar o desporto nos mais jovens. A prova será disputada num circuito em volta da aldeia das Lages e está aberta a todos os escalões.

Para mais informações visite o blog: corridadaslages.blogspot.com ou o e-mail: 10kmslages@gmail.com. As inscrições terminam dia 17/08 pelas 12 horas. Existem prémios monetários entre outros.